terça-feira, 30 de setembro de 2014

DATA FOLHA

Datafolha: Dilma, 40%; Marina, 25%; Aécio, 20%

Em simulação de segundo turno, Dilma tem 49% e Marina, 41%.
Instituto ouviu 7.520 eleitores nos dias 29 e 30 de setembro.

Do G1, em São Paulo
Pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira (30) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para a Presidência da República:
Dilma Rousseff (PT): 40%
Marina Silva (PSB): 25%
Aécio Neves (PSDB): 20%
Pastor Everaldo (PSC): 1%
Luciana Genro (PSOL): 1%
Eduardo Jorge (PV): 0%*
Zé Maria (PSTU): 0%*
Rui Costa Pimenta (PCO): 0%*
Eymael (PSDC): 0%*
Levy Fidelix (PRTB): 0%*
Mauro Iasi (PCB): 0%*
- Branco/nulo/nenhum: 5%
- Não sabe: 5%
* Cada um dos seis indicados com 0% não atingiu, individualmente, 1% das intenções de voto; somados, eles têm 1%.
No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 26, Dilma tinha 40%, Marina, 27%, e Aécio, 18%.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal 'Folha de S.Paulo'.
Segundo turno
O levantamento divulgado nesta sexta indica que, em um eventual segundo turno entre Dilma e Marina, a candidata do PT tem 49% das intenções de voto e a do PSB, 41%. Na semana passada, Dilma tinha 47% e Marina, 43%.

Na simulação de segundo turno entre Dilma e Aécio, a petista vence por 50% a 41% (50% a 39% na semana anterior).
Datafolha ouviu 7.520 eleitores em 311 municípios nos dias 29 e 30 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00905/2014.
Espontânea
Na modalidade espontânea da pesquisa (em que o pesquisador somente pergunta ao entrevistado em quem ele pretende votar, sem apresentar a lista de candidatos), os resultados são os seguintes:

- Dilma Rousseff : 35%
- Marina Silva: 20%
- Aécio Neves: 16%
- Outras respostas: 3%
- Em branco/nulo/nenhum: 5%
- Não sabe: 22%

Rejeição
A presidente Dilma tem a maior taxa de rejeição (percentual dos que disseram que não votam em um candidato de jeito nenhum). Nesse item da pesquisa, os entrevistados puderam escolher mais de um nome. Veja os números:

- Dilma Rousseff: 31%
- Marina Silva: 25%
- Aécio Neves: 23%
- Pastor Everaldo: 22%
- Levy Fidelix: 20%
- Zé Maria: 18%
- Eymael: 18%
- Luciana Genro: 16%
- Rui Costa Pimenta: 15%
- Eduardo Jorge: 15%
- Mauro Iasi: 14%
 Escrito por Magno Martins, às 19h11

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

politica

Câmara tem 43% e Armando 34%, aponta Datafolha
Do G1
A pesquisa Datafolha divulgada, há pouco, no NETV 2ª Edição, aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para o governo de Pernambuco:
Paulo Câmara (PSB): 43%
Armando Monteiro (PTB): 34%
Zé Gomes (PSOL): 1%
Miguel Anacleto (PCB): 1%
Pantaleão (PCO): 0%
Jair Pedro (PSTU): 0%
Brancos e nulos: 8%
Indecisos: 12%
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal Folha de São Paulo. No levantamento anterior, divulgado em 10 de setembro, Paulo tinha 39% e Armando, 33%.
Realizada entre os dias 25 e 26 de setembro, a pesquisa contou com 1.222 entrevistas em 44 municípios. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número PE-00031/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-00782/2014.
Segundo turno
O Datafolha fez uma simulação de segundo turno entre Paulo Câmara e Armando Monteiro. Os resultados são os seguintes:
Paulo Câmara (PSB): 45%
Armando Monteiro (PTB): 39%
Brancos e nulos: 7%
Indecisos: 9%
Rejeição
O Datafolha também apontou a rejeição dos candidatos. A maior rejeição é de Pantaleão, que tem 32%. Na sequência aparecem Zé Gomes (27%), Jair Pedro (22%), Miguel Anacleto (20%), Armando Monteiro (20%) e Paulo Câmara (14%). Outros 6% votariam em qualquer candidato, 6% rejeitam todos e 19% não souberam responder.
 Escrito por Magno Martins, às 19h15
 
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DILMA

Dilma reúne-se com Lula no Palácio da Alvorada
A presidente Dilma Rousseff (PT) se reuniu na manhã de hoje, no Palácio da Alvorada, com a equipe de comando de sua campanha à reeleição. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava na reunião com Dilma. Lula participou nessa quinta-feira à noite de comício em Ceilândia, cidade-satélite de Brasília, para ajudar na campanha do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz. A estratégia de trabalho dos últimos dias antes do primeiro turno dominou o encontro, que contou ainda com a presença do presidente do PT, Rui Falcão, e do ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, entre outros integrantes.
Dilma também aproveitou para discutir a agenda dos próximos dias, que inclui comícios, caminhadas e carreatas em Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Dilma conversa na tarde de hoje com blogueiros e no domingo participa, em São Paulo, do debate da Rede Record. O debate da Globo será no dia 2 de outubro, quinta-feira. O último comício oficial da campanha será realizado em São Paulo, na segunda-feira.
 Escrito por Magno Martins, às 13h40

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

campos

A estreia de João Campos nos palanques


Com apenas 22 anos de idade, João Campos já desponta na política pernambucana. Nos últimos dias de campanha da Frente Popular o rapaz tem participado de caminhadas e reuniões, sempre atraindo muita atenção. Atencioso como o pai, Eduardo, e o bisavô, Miguel Arraes, pára para fotografar com cada pessoa que lhe pede.
Na hora do discurso, as comparações com Eduardo são inevitáveis. Em alguns momentos fala com o dedo em riste, em outros com a mão espalmada, movimentando-se em todas as direções do palanque, para falar com toda a militância. Claro que ainda lhe falta estrada, afinal é apenas um garoto, mas João mostra que tem magnetismo com o microfone nas mãos e tem conseguido fazer discursos empolgantes.
Ontem, no giro pela Mata Sul, João fez quatro discursos: em Barreiros, Tamandaré, Rio Formoso e Sirinhaém. Em todos agradeceu pelo carinho dos pernambucanos após a trágica morte do pai. Falou também no avô, que teve atuação marcante na região por conta do programa Chapéu de Palha.
Na hora de pedir votos, afirmou que o pai queria ver Fernando Bezerra Coelho no Senado. "Eleger Fernando é a melhor forma de homenagear Eduardo", disse. Sobre Paulo, ele comparou a equipe de governo a um time de futebol. "Paulo era o capitão deste time. Um homem com a capacidade de jogar em várias posições, um líder de verdade e alguém que admiro", finalizou João
 Escrito por Magno Martins, às 10h44

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

politica

Lavareda: 'Críticas e boatos detêm subida de Marina'

Do blog do Noblat 

Para o sociólogo Antonio Lavareda, os ataques detiveram um processo que parecia irreversível, o crescimento acentuado da substituta de Eduardo Campos, morto em trágico acidente em 13 de agosto último.
Lavareda destaca o elevado desejo de mudança da sociedade, na casa de 70% dos entrevistados pelo Instituto Datafolha, e o índice de rejeição de Dilma de 41%, que são os eleitores que não votariam nela de jeito nenhum.
“No segundo turno, o candidato mais rejeitado, na maioria das vezes, perde a eleição”, disse em entrevista ao blog.
Ainda de acordo com o especialista em comportamento eleitoral e campanhas políticas, a candidatura de Aécio Neves (PSDB) não decolou por dois motivos: nível baixo de conhecimento dele e pouca penetração no Nordeste, reduto político do PT.
Por que Marina Silva apanha tanto na propaganda da Dilma e não despenca nas pesquisas?
Ela não cai, mas parou de crescer. Parou de crescer embora a principal adversária tenha uma rejeição muito elevada, embora tenha um vento soprando forte de mudança, embora ela seja identificada com as atitudes contra o atual sistema. É possível que as críticas que ela vem recebendo tenham detido esse processo que parecia irreversível de crescimento dela.
Por que a Dilma tem ampla vantagem na propaganda eleitoral e um leque de aliança jamais visto no país e mesmo assim não consegue avançar nas pesquisas?
Porque tem uma demanda na sociedade de mudança. Recente pesquisa quantificou que 70% dos eleitores querem mudanças expressivas ou totais. A presidente tem uma avaliação positiva há meses inferior a 40% e índice de rejeição de 41%. Isso torna difícil o avanço de Dilma nas pesquisas de intenção de voto.
De que forma tem impacto no segundo turno o alto índice de rejeição de Dilma?
Porque circunscreve um mercado eleitoral do candidato ao percentual que sobra. Se a rejeição se mantiver a 41%, ela vai competir somente com 59% do eleitorado, enquanto o mercado da Marina é maior. Ela vai tentar buscar voto em 75% dos eleitores. No segundo turno, o candidato mais rejeitado, na maioria das vezes, perde a eleição.
Por que o discurso de Aécio não colou?
Aécio tem um nível de conhecimento baixo. O Datafolha declara que apenas 46% dos eleitores o conhecem bem ou um pouco. A Marina tem 55% e a Dilma tem 83%. Esse problema de conhecimento se traduz em outras dificuldades. Ele não conseguiu penetrar no Nordeste, onde a Dilma e o PT sempre foram fortes. O Eduardo Campos facultou à Marina espaços como Pernambuco, Paraíba, Alagoas. Essa é uma região onde Aécio fica reduzido a um dígito. No momento em que estava começando a campanha para aumentar o crescimento, a cena foi tomada de supetão por esse furacão que foi o reingresso de Marina Silva na campanha.
Por que há fadiga do eleitor com a trinca PT, governo federal e Dilma?
Essa fadiga é pelo tempo de duração do governo. Quanto maior o tempo de duração de um partido no poder, menor a probabilidade de esticar sua permanência. Nos Estados Unidos, sede de eleições modernas, de 1952 até agora, apenas uma vez um partido conseguiu ficar três mandatos para presidente da República, que foi o Partido Republicano, com George Bush sucedendo Ronald Reagen, que tinha vencido duas eleições.
Uma derrota de Dilma abre as portas para o Lula voltar em 2018?
A eventual derrota da Dilma fará com que o PT venha a competir nas próximas eleições com seu principal quadro, o Lula. Como estará a imagem de Lula caso a Dilma perca, não sabemos. É provável que qualquer vitorioso da oposição, durante o mandato, aprofunde as investigações sobre os problemas ocorridos na Petrobras e em outras empresas públicas.
Faltam líderes nacionais ao PT?
Atualmente, nas perguntas de identificação partidária, pesquisa do Datafolha mostra que o PT tem a preferência de 16% dos eleitores. O número é alto, mas bem menor do que os 25% que o PT desfrutava nas eleições anteriores. O PT teve uma derrota política grande com o mensalão, com o julgamento e com a prisão de alguns desses quadros. O PT perdeu vários quadros promissores: os ex-ministros José Dirceu e Antônio Palocci e João Paulo. 
 Escrito por Magno Martins, às 20h40

SAUDE

Próteses, órteses e equipamentos hospitalares poderão ter preço controlado

Arquivo/Lucio Bernardo Junior
Rogério Carvalho
Rogério Carvalho afirma que os produtos, hoje, não são acessíveis.
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 7579/14, do deputado Rogério Carvalho (PT-SE), que estabelece controle sobre os preços de órteses, próteses, bolsas coletoras, equipamentos e materiais relacionados à prestação de serviços médicos e hospitalares. Segundo a proposta, os preços serão definidos pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), que vai definir um valor máximo, como já ocorre com os remédios.
As órteses são dispositivos que compensam insuficiências de órgãos, membros ou tecidos, como os óculos de grau. Já as próteses substituem total ou parcialmente órgãos, membros ou tecidos.
Pelo projeto, a CMED também ganhará poderes regulatórios sobre o mercado de órteses, próteses, bolsas coletoras e equipamentos de saúde e hospitalares. Além de fixar os preços e critérios para reajustes, o órgão deverá monitorar o mercado, exigindo das empresas dados sobre produção, insumos, matérias primas, vendas e outros dados que considerar necessário. Também poderá opinar sobre a tributação do setor e propor mudanças legislativas que beneficiem o mercado de produtos para a saúde.
O autor argumenta que os produtos não são acessíveis. Ele ressalta que vários países, como Estados Unidos, Austrália e Japão, já exercem algum tipo de controle de preço sobre esses produtos, considerados “produtos sociais e politicamente sensíveis”.
“As empresas hoje podem aumentar e manter os preços acima da concorrência, inclusive, com diferenças injustificadas de preços entre regiões e até entre cidades vizinhas”, disse.
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Defesa do Consumidor; Seguridade Social e Família; Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio e Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem - Carol Siqueira
Edição – Daniella Cronemberger

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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Deveres

Saiba o que faz um deputado federal: atribuições, direitos, deveres e benefícios

Os 513 integrantes da Câmara dos Deputados são eleitos a cada quatro anos. As vagas são divididas por estados e pelo Distrito Federal e definidas por lei complementar: vão de 8 a 70, conforme o tamanho da população local. Mas o que faz um deputado federal? Como representante do povo, esse parlamentar tem duas atribuições principais, estabelecidas na Constituição: legislar e fiscalizar.
Quando legisla, o deputado pode propor, alterar ou revogar uma lei, desde a própria Carta Magna, a lei maior do País, até normas infralegais, como decretos e resoluções. Qualquer projeto de iniciativa do Executivo passa primeiro pela Câmara, antes de seguir para o Senado. Cabe ainda aos parlamentares discutir e votar medidas provisórias, editadas pelo governo federal. Nem todas as propostas são votadas no Plenário: muitas são decididas nas comissões temáticas da Casa.
Compete aos integrantes da Câmara dos Deputados, juntamente com os senadores, por exemplo, discutir e votar o orçamento da União, assim como fiscalizar a aplicação adequada dos recursos públicos. É durante a análise da proposta orçamentária que os deputados apresentam emendas que destinam verbas para a realização de obras específicas em seus estados e municípios. Os parlamentares também examinam o planejamento plurianual do governo federal e as diretrizes para o orçamento do ano seguinte.
Relação com o Executivo
Os congressistas também têm a obrigação de controlar os atos do presidente da República e fiscalizar as ações do Executivo. A Constituição estabelece ainda que somente a Câmara tem poderes para autorizar a instauração de processo contra o presidente e o vice-presidente da República. Compete ainda aos deputados federais eleger os integrantes do Conselho da República, órgão superior de consulta do presidente.
Os parlamentares podem convocar ministros de Estado para prestar informações, assim como para julgar as concessões de emissoras de rádio e televisão e a renovação desses contratos.
Direitos específicos
Entre as prerrogativas do cargo de parlamentar, consta o direito de não ser preso, a não ser em flagrante de crime inafiançável. Deputados e senadores também são invioláveis por suas opiniões, palavras e votos, conforme a Constituição. Da mesma forma, não são obrigados a testemunhar sobre informações recebidas ou prestadas em razão do mandato, nem sobre as pessoas que lhes passaram tais dados.
Além disso, os parlamentares têm foro privilegiado (imunidade parlamentar) e os processos contra eles só podem ser julgados no Supremo Tribunal Federal (STF). A intenção dos constituintes ao conferir esses direitos aos integrantes do Legislativo foi assegurar a liberdade no exercício do mandato.
Deveres e proibições
O parlamentar não pode ser proprietário, controlador ou diretor de empresa que tenha contrato com pessoa jurídica de direito público. A violação desse princípio pode acarretar a perda do mandato.
Ainda pode perder a vaga na Câmara o deputado que faltar, sem justificativa, a 1/3 das sessões ordinárias de cada sessão legislativa ou sofrer condenação criminal em sentençatransitada em julgado. O cidadão pode consultar no portal da Casa informações, como a presença em plenário, sobre os parlamentares.
Código de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara estabelece uma série de outras condutas passíveis de levar à perda do cargo. Receber vantagens indevidas em função da atividade, atrapalhar o andamento do trabalho legislativo ou fraudar resultado de votações estão entre elas.


Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Marcelo Oliveira

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PESQUISA

Pesquisa: Fernando alcança João Paulo; 33% a 33%

Do Diario de Pernambuco

A eleição para a única vaga do Senado que será disputada nesta eleição em Pernambuco será decidida na reta final. Hoje o quadro é de empate técnico entre os principais concorrentes, o ex-prefeito do Recife e candidato do PT, João Paulo, e o ex-ministro e candidato do PSB Fernando Bezerra Coelho. Segundo a nova pesquisa Ipespe, divulgada com exclusividade pelo Diario de Pernambuco, tanto João Paulo quanto Fernando Bezerra têm hoje 33% das intenções de votos na pesquisa estimulada. Os resultados, que estão sujeitos a uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, foram apurados a partir de sondagem realizada nos dias 18 e 19 de setembro, entrevistando uma amostra de duas mil pessoas.

Comparando os números aos da primeira pesquisa, Fernando Bezerra cresceu ao pular de 25% para 33% das intenções de votos. João Paulo oscilou positivamente de 30% para 33% porque, aplicando a margem de erro das duas pesquisas, ele continua com o mesmo universo de simpatizantes. A primeira pesquisa Ipespe foi a campo entre os dias 9 e 11 de setembro.

A situação atual indica que resta conquistar os votos dos indecisos até o próximo dia 5 de outubro, quando se realizará o pleito, ou ainda tentar reverter intenções de voto em brancos e nulos. Os eleitores que ainda não sabem ou que não responderam ao questionários somam 21%; e os que pretendem votar em branco ou anular o voto representam 12% na estimulada. Na pesquisa estimulada, o eleitor recebe um cartão com o nome dos candidatos. Nela, aparecem ainda Simone Fontana (PSTU) com 1% e Albanise Pires (Psol), com 1%. Oxis, do PCB, não pontuou.

Na pesquisa espontânea, em que ele lembra sozinho e de cabeça as opções, Fernando Bezerra Coelho aparece 21% das intenções para 17% de João Paulo. Ou seja, também há um empate técnico, mostrando que o nível de conhecimento das duas candidaturas é semelhante. Outros candidatos listados espontaneamente somaram juntos 1%.
 Escrito por Magno Martins, às 05h58
 
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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

serra talhada

Deputado colhe frutos por ter sido fiel a Eduardo


O deputado estadual e candidato a federal, Sebastião Oliveira (PR), recebeu atenção especial do candidato a governador do Estado, Paulo Câmara (PSB), em sua visita as cidades de Serra Talhada e São José do Belmonte, no Sertão. Além de pedir votos para Sebastião, Câmara publicou em seu Instagram uma foto com o deputado, algo que não tinha feito ainda com candidatos fora de seu partido (PSB), na coligação.
O apreço da Frente Popular pelo candidato se deve pelo motivo do deputado republicano ser aliado do ex-governador Eduardo Campos, morto em tragédia aérea há pouco mais de um mês, desde o primeiro minuto de sua candidatura a Presidência. Antes mesmo de Eduardo deixar Paulo como candidato, Sebastião e o primo Inocêncio Oliveira, já estavam engajados na campanha da Frente Popular.
No momento em que Eduardo estava apenas com 14% das intenções de voto, segundo pesquisa Ibope feita durante as eleições de 2006, Sebastião recebia o ex-governador em Serra Talhada para inauguração de um comitê no centro da cidade e revelava em discurso que o socialista tinha todas as condições de ganhar dos candidatos de força como Mendonça Filho (DEM), então governador em exercício e Humberto Costa (PT), apoiado pelo presidente Lula.
O apoio que Sebastião ofereceu a Eduardo naquela época está sendo retribuído agora. O deputado que esteve com Eduardo desde o primeiro momento, declarou apoio a Paulo Câmara e acredita na vitória da Frente Popular mais uma vez.
 Escrito por Magno Martins, às 17h30

BRASILIA

Primeira eleição geral com Lei da Ficha Limpa já tem mais de 500 impugnações

A primeira eleição nacional com base na Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10) vem movimentando a Justiça Eleitoral, o Ministério Público e o cidadão em geral.
Aprovada pelo Congresso em 2010, a lei surgiu de um projeto de lei de iniciativa popular subscrito por 1.300.000 brasileiros. Ela foi aplicada pela primeira vez na eleição municipal de 2012 e estreia, neste ano, em uma eleição geral.
O primeiro balanço do Ministério Público Federal, divulgado em setembro, revela, em todo o País, a impugnação de 4.115 candidaturas por irregularidades nos pedidos de registro. Desse total, 502 impugnações foram decorrentes da aplicação da Lei da Ficha Limpa. Rejeição das contas no exercício de cargo público (254 casos), condenação judicial definitiva ou proferida por órgão colegiado da Justiça (59) e condenação por improbidade administrativa que importe lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito (37) foram os principais motivos dessas impugnações.
Caso Arruda
Especialista em Direito Eleitoral, o advogado e professor Alexandre Rollo nota aperfeiçoamento na interpretação da Lei da Ficha Limpa por parte da Justiça Eleitoral a partir do julgamento do caso do ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, condenado por improbidade administrativa em segunda instância, em julho, cinco dias após registrar sua nova candidatura ao governo distrital. Ele teve seu registro de candidatura ao governo do DF indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) no dia 12 de agosto, decisão que foi confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia 26 de agosto. Em 13 de setembro, Arruda anúnciou a renúncia à candidatura em favor do vice, Jofran Frejat.
"Houve, de certa forma, uma alteração da jurisprudência e os ministros do TSE, então, entenderam que a condenação, ainda que posterior ao registro, poderia ser levada em consideração para indeferir o pedido de registro do candidato Arruda. Se, no dia da eleição, o registro estiver indeferido, os votos não são computados", destaca Rollo.
Serviço para denúncias
O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, um dos responsáveis pela coleta de assinaturas que deu origem ao projeto de lei da Ficha Limpa, também continua a incentivar a população a engajar-se em eleições limpas. O movimento disponibiliza dois telefones que funcionam como Disque-Denúncia Eleitoral, pelo qual o cidadão pode relatar, por exemplo, casos de compra de votos e de propaganda irregular.
Apesar de não poder mover representações contra políticos com base na Lei da Ficha Limpa, o cidadão também pode utilizar o serviço para encaminhar denúncias para posterior ação do Ministério Público, como recomenda Luciano Santos, representante do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral em São Paulo.
"Se ele souber de alguma irregularidade que a Justiça Eleitoral ou o Ministério Público não detectou, também pode usar esse canal de denúncia para levar a notícia, que será encaminhada aos procuradores regionais eleitorais. Poderemos ter casos de alguém que tenha problema de condenação e estaria inelegível por conta da Lei da Ficha Limpa e que não chegou ao conhecimento da Justiça Eleitoral. Então, isso também pode ser feito", esclarece.
Disque-Denúncia
O Disque-Denúncia Eleitoral funciona pelo telefone 4003-0278, para as capitais, e pelo 0800- 8810278, para as demais localidades.
Reportagem – José Carlos Oliveira
Edição – Marcos Rossi

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    MAS APOIO A PAULO

    Renata Campos aparece hoje no guia do PSB


    A viúva do ex-candidato à Presidência da República e ex-governador Eduardo Campos, Renata Campos, estreia na noite de hoje, no programa eleitoral do PSB "Eu confio em Paulo Câmara", "Eu confio em Fernando Bezerra Coelho", vai dizer ela, legitimando os candidatos socialistas ao governo de Pernambuco e ao Senado, escolhidos por Campos, morto em um acidente aéreo no dia 13 de agosto em Santos (SP).
    Parceira do projeto político de Campos e sua principal consultora, Renata, que até agora vinha mantendo uma atuação discreta e nos bastidores, vai aparecer pedindo votos para os socialistas na reta final da campanha, reforçando a disposição do eleitorado em manter o legado e os ideais de Eduardo. Ela vai dizer aos pernambucanos que o ex-secretário estadual da Fazenda, Paulo Câmara, é a garantia dos avanços conquistados no Estado.
     Escrito por Magno Martins, às 11h40

    FINAL


    09/14
    Coluna da segunda-feira
         Enfim, a reta final
    Duas semanas – esta e a próxima – separam o eleitor das urnas da maior eleição nacional. Estão em jogo a Presidência da República, governadores de 26 Estados e o Distrito Federal, um terço do Senado e a renovação das assembleias legislativas de todo o território nacional. Na prática, o eleitor votará cinco vezes.
    Com uma renovação: a identificação biométrica, sistema adotado para aperfeiçoar o voto eletrônico e por fim, de uma vez por todas, os eleitores fantasmas. Na reta final, numa leitura rápida, o PT, partido que está no poder, lidera a corrida presidencial, mas não leva no primeiro turno.
    Se não houver um atropelo nos próximos dias, Dilma enfrenta a candidata do PSB, Marina Silva, no segundo turno que, segundo as pesquisas, é de uma tamanha imprevisibilidade, estando empatadas numericamente. A seu favor, Dilma conta agora com um guia eleitoral dez vezes maior do que o tempo de Marina.
    No segundo turno, esse jogo se equilibra, o tempo passa a ser igual. Pela lógica, Marina ganha, porque terá um tempo que necessitava nesta fase inicial para mostrar ao eleitor suas propostas, suas ideias para o País. Com um minuto e meio, como ocorre agora, tem que fazer milagre para sua mensagem ser compreendida e aceita.
    No plano estadual, as próximas pesquisas que sairão ao longo da semana mostrarão se há de fato uma tendência do eleitor pelo candidato do PSB, Paulo Câmara, ou se Armando Monteiro (PTB) conseguirá reverter a tendência de queda. Pela última pesquisa Datafolha, Câmara abriu seis pontos de vantagem sobre o adversário.
    Como não há um terceiro candidato, tendo em vista que a soma dos postulantes nanicos só atinge um ponto percentual, a eleição em Pernambuco será decidida no primeiro turno. Brancos, nulos e indecisos, que hoje representam algo em torno de 22%, tendem a ser reduzidos nesta reta final.
    Câmara e Armando farão um esforço concentrado para atrair o eleitorado indeciso. Tem muita gente que só costuma decidir o voto em cima da hora. Para estes, qualquer fato novo pesa. Sem esquecer que Armando e Câmara ainda se enfrentam em dois debates de televisão, um na TV-Clube e outro, o final, na Globo.
    CRISE TUCANA– Terrível a situação do PSDB com o encolhimento da candidatura de Aécio Neves, que embora tenha crescido cinco pontos percentuais nas últimas pesquisas, não tem chances de chegar ao segundo turno. Se a presidente Dilma for reeleita, Marina Silva será a alternativa de poder para 2018. Se Marina vencer, quem assumirá a bandeira da oposição será o PT. Uma derrota em Minas deixará o partido ainda mais paulista.
    Ficção sem qualidade– Tão logo tomou conhecimento de uma nota na coluna de Leandro Mazzini, reproduzida no meu blog, de que teria traçado um plano para detonar a candidatura de Paulo Câmara logo após a morte de Eduardo para assumir o posto, o governador João Lyra Neto enviou nota desmentindo o que classificou de “uma ficção da mais baixa qualidade”.
    Transferência de votos– Para sobreviver, o tucano Aécio Neves terá que mostrar comando sobre o voto dos mineiros. Os analistas citam o exemplo do trabalhista Leonel Brizola no pleito de 1989. Fora do segundo turno, Brizola transferiu cerca de 100% de sua votação no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul para Lula, na disputa contra Collor. Aécio terá a mesma capacidade em Minas?
    Cruzando os braços– Os candidatos a deputado de todos os partidos estão assistindo à cena inusitada nessa campanha não apenas no Estado, mas em todo o País: os prefeitos não estão indo para a rua pedir votos. A crise orçamentária implodiu o cumprimento de suas promessas. Eles temem a reação dos eleitores. Os melhores cabos eleitorais são os ex-prefeitos de oposição.
    Bem na fita – Apesar de ter assumido a presidência da Amupe, o que é um tremendo abacaxi, pelo tempo demandado fora do município, o prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), é um dos raros da atual safra no Estado que supera esse desgaste. Tem pesquisas em seu poder com 79% de aprovação. Seu sucesso está nas pequenas grandes obras. Já restaurou, equipou e ampliou cinco postos de atendimento médico nas comunidades carentes.
    CURTAS
    AGRONEGÓCIO– O Movimento dos Sem Terra vai usar o Dia da Ação Global Pelo Clima, no próximo domingo, para chamar a atenção da sua campanha: “Não Vote em Ruralistas”. O MST tem como objetivo reduzir o tamanho da bancada do agronegócio na Câmara.
    PESQUISAS– Ao longo desta semana saem mais três pesquisas para o Governo do Estado. Estão em campo levantamentos do Ibope do Instituto Maurício de Nassau. Tem ainda registrada uma sondagem do Ipespe, em parceria com o Diário de Pernambuco.
    Perguntar não ofende: Eleitor de Aécio vota em Dilma no segundo turno?

    'Como o rugido do leão é o terror do rei; o que o provoca à ira peca contra a sua própria alma'. (Provérbios 20-2)
     Escrito por Magno Martins, às 06h00

    domingo, 21 de setembro de 2014

    politica

    Aécio: PT tem insônia com as petro-revelações

    Josias de Souza (Blog)
    A delação de Paulo Roberto Costa transformou a Petrobras num pesadelo do qual o petismo tenta acordar. Ante a notícia sobre o envolvimento de mais dois ex-diretores no escândalo, Aécio Neves acha que os correligionários de Dilma Rousseff vão dormir cada vez menos.
    “Se esse Paulo Roberto Costa já está deixando todo mundo sem dormir, quando chegarem próximo desse diretor conhecido como Duque, acho que muita, mas muita gente, principalmente do PT, vai ter grave insônia.'' Disse isso após carreata em Minas. Referia-se a Renato Duque. Vem a ser um ex-diretor da Petrobras,  diretoria de Serviços da Petrobras, sob apadrinhamento do PT.
     Escrito por Magno Martins, às 09h00

    politica

    Três candidatos inesquecíveis para presidente
    Renato Riella - (Blog)
     Vamos fazer análise profunda, quase filosófica, sobre os candidatos a presidente da República. Sou bom nisso e cobro caro. Vejam se concordam:
    —-Quando a gente analisa Dilma Rousseff (PT), a nossa presidenta, lembra sempre dos escândalos da Petrobras e das bolsas. Quais escândalos? Quais bolsas? Quais resultados? O que de que?
    —-No entanto, quando a gente se aprofunda na candidata Marina Silva (PSB), é bem diferente. Aí a gente lembra que ela é evangélica, que promete ser honesta e que já mudou de opinião sobre diversos assuntos que tiram voto. E que vai implantar a nova política. O queeeeeê?
    —Não podemos deixar de analisar profundamente o candidato Aécio Neves (PSDB). Mesmo estando em terceiro lugar, não pode ser esquecido. Desse, com pura visão técnica, a gente não lembra nada. Ele prometeu o quê, mesmo, onde? E denunciou quem? E vai mudar o quê?
    Visto com essa frieza, o terceiro está eleito. Mas como é mesmo o nome dele?
     Escrito por Magno Martins, às 04h40

    quinta-feira, 18 de setembro de 2014

    BRASILIA

    Câmara dos Deputados analisa 141 propostas de combate à corrupção

    Há 141 proposições atualmente em discussão na Câmara dos Deputados que tratam de corrupção. São projetos de lei, propostas de emenda à Constituição (PECs), propostas de fiscalização e controle e requerimentos. O projeto mais antigo é de 1990 e trata dos crimes de responsabilidade cometidos por autoridades (PL 6125/90). Pelo menos 20 projetos tramitam na Casa há mais de dez anos.
    O coordenador da Frente Parlamentar de Combate à Corrupção, deputado Francisco Praciano (PT-AM), lamenta que tantas propostas com impacto positivo no combate à corrupção estejam paradas nas comissões do Congresso. E faz um desabafo. "É um tema pouco tratado nesta Casa. Seis anos exatamente nessa luta da frente parlamentar, conversando com o presidente do Senado, conversando com o presidente da Câmara, fomos em todos os presidentes de comissão que tinham projetos nas gavetas, pedimos para acelerar. Sabe quantos projetos conseguimos colocar no Plenário da Câmara? Nenhum. O Congresso não trata dessa pauta, só eventualmente, acidentalmente, quando acontece ‘a rua’. A rua veio aí, veio criticando, veio atropelando o Congresso."
    Em seguida às manifestações de junho de 2013, Praciano lembra que os deputados sugeriram a votação da proposta que transforma a corrupção em crime hediondo. Essa foi uma das principais reivindicações populares que ganharam resposta do Congresso. Oito propostas (PL 3760/04 eapensados) sobre o tema tramitam na Câmara eestão prontas para votação no Plenário. Passado um ano, as matérias ainda não foram votadas.
    Financiamento de campanhas
    Outra tema considerado crucial por especialistas é o financiamento de campanhas políticas. O caixa dois dos partidos, alvo de investigação em comissões parlamentares de inquérito, com destaque para as dos Correios e do Mensalão, ainda traz dificuldades para a Justiça Eleitoral.
    O juiz eleitoral Marlon Reis, idealizador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, afirma que seu momento de maior frustração é o da análise das contas de campanha. "Como juiz eleitoral e como cidadão, eu me deparo com uma tarefa impossível e, perdoe a expressão, quase ridícula de analisar documentos que foram aqueles que a seu bel prazer os candidatos decidiram que deveriam ser apresentados à Justiça Eleitoral. Não há um só mecanismo que demonstre com qualquer nível de idoneidade que aquela prestação de contas se refere à integralidade das movimentações de campanha. A legislação eleitoral é nesse ponto de uma fraqueza impressionante", ressalta.
    O diretor de Investigação de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, Oslain Campos Santana, fez um apelo para que o Congresso aprove o financiamento público de campanhas e outros projetos de lei que reduzam gastos nas eleições. Ele disse que, na operação Monte Carlo, por exemplo, foram identificados criminosos, contraventores e contrabandistas financiando campanhas em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
    Segundo o delegado, o modelo se repete nas demais investigações de corrupção. "Na prática, 50% dessas investigações têm como pano de fundo financiamento de campanha. É o combustível do crime de corrupção. Então, se faz necessária uma diminuição dos gastos de campanhas eleitorais. Algumas coisas que vislumbramos, em propostas que já estão em andamento nesta Casa, que poderiam auxiliar nessa diminuição de gastos: a proibição de contratação de cabos eleitorais e da colocação de faixas e cartazes; definição de limites de gastos para candidatos em determinados cargos; conta bancária única para pagamento de despesas nas campanhas, facilitando a investigação; entre outros."
    Reforma Política
    Uma proposta de emenda à Constituição em discussão na Câmara (PEC 352/13), apresentada pelo Grupo de Trabalho de Reforma Política, trata do financiamento de campanhas, entre outros temas.
    Pelo texto, caberá aos partidos políticos decidirem por campanhas financiadas exclusivamente com recursos públicos, exclusivamente com recursos privados ou por uma combinação das duas fontes. Uma lei deverá determinar o limite máximo das doações e os valores arrecadados, bem como os nomes dos doadores serão amplamente divulgados ao longo da campanha.
    O deputado Marcus Pestana (PSDB-MG), que participou do grupo de trabalho que elaborou a proposta, acredita que o financiamento público exclusivo de campanhas teria muita resistência da população e certamente não seria aprovado em um plebiscito. Já o modelo proposto, segundo o parlamentar, pode representar um avanço.
    "É preciso atuar do lado da receita e da despesa. Do lado da receita, o sistema hoje é o pior possível. O pernicioso é a relação individual do parlamentar com o financiador. Se você institucionalizar com boas regras, com regras de equalização de oportunidades, o partido tendo que ter um orçamento, sem concentração excessiva, mas captando, é muito melhor que esse sistema que é humilhante para quem é honesto e a porta da corrupção para quem é desonesto, porque é na campanha que se gera essa relação incestuosa, perniciosa e antirrepublicana", diz Pestana.
    Cargos comissionados
    Natália Paiva, da ONG Transparência Brasil, sugere ainda mudanças na política de distribuição de cargos públicos de livre nomeação. "A principal causa de corrupção hoje nas diferentes esferas de governo – e não tem a ver com partido, mas tem a ver como a regra do jogo se dá hoje – é a livre nomeação de cargos comissionados, com a consequente desmoralização das instituições públicas, que são o foco de monitoramento da Transparência Brasil, inclusive as Casas Legislativas, porque as barganhas políticas se dão na distribuição de cargos, e uma mudança nesse sentido seria fundamental para mudar o status das coisas."
    Duas propostas de emenda à Constituição que aguardam votação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados (PECs 271/08 e 126/11, apensada) estabelecem que os cargos em comissão do Poder Executivo serão ocupados exclusivamente por servidores de carreira, ressalvados apenas os cargos de assessoramento direto ao presidente da República, aos governadores dos estados e do Distrito Federal e aos prefeitos.
    Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro acompanha propostas que tramitam no Congresso Nacional sobre temas como lobby, conflito de interesses e responsabilização de empresas por corrupção. Criada em 2003, por iniciativa do Ministério da Justiça, ela faz a articulação entre órgãos dos três Poderes, Ministério Público e entidades da sociedade civil. Hoje, conta com cerca de 60 órgãos e entidades participantes.
    No portal do e-Democracia, da Câmara dos Deputados, foi criada uma comunidade virtual para abrigar as discussões sobre as boas práticas em contratações públicas que priorizem a prevenção da corrupção.


    GREVE

    AGENTES DE SAÚDE SE PARALISAM PARA RECEBER SEU SALÁRIO ATRASADO E SÃO CONSTRANGIDOS.

    Por: redação - Data: 17/09/2014 - 10:16:23








    Agentes comunitários de Saúde de Itapebi-BA, fizeram uma 
    manifestação, na manhã de segunda-feira 15/09, em protesto 
    contra o atraso do pagamento de salários dos servidores 
    de toda a área da Saúde no município.
    Os funcionários chegaram a ir até a secretaria para tentar 
    uma reunião com a titular da pasta, Ana Angélica Seara, 
    que, segundo eles, se recusou a recebê-los.
    Em seguida os manifestantes se dirigiram à prefeitura, 
    no centro da Cidade Alta, onde exibiram cartazes e gritaram 
    palavras de ordem.
    Eles foram recebidos pelo secretário de Administração, 
    Florisvaldo da Silva Nunes, que convocou Ana Angélica para 
    comparecer à prefeitura a fim de participar da reunião.








    Durante o encontro, foi combinado que os agentes de Saúde 
    irão até a agência do Banco do Brasil em Eunápolis, na manhã 
    de terça-feira 16/09, para tentar resolver os problemas relativos 
    à liberação dos recursos da saúde.









    A reunião teve um momento desagradável quando a Secretaria 
    de Saúde alterou a voz fazendo com que alguns servidores 
    fossem as lágrimas por conta de colocações fortes que 
    foram deferidas como: “Se não quiser me ouvir se retira” 
    “Você fica calado e me ouça, eu tenho direito de falar” e 
    finalizando as frases ríspidas fora dito; “Então você está 
    retardado meu irmão”

    Quando neste momento o secretário de 
    Governo e Administração Nunes que assumiu a prefeitura com o 
    sumiço do atual prefeito que não comparece a cidade a messes, 
    entrou em ação e “apagou o fogo”.









    Conforme a secretária Ana Angélica o stress é causado pelo 
    momento de transição em que passa as mudanças na secretaria 
    e os problemas herdados segundo a atual secretária, é o rombo 
    na secretaria em que ela assumiu que deve chegar em torno dos 
    600 mil Reais.
    Arnaldo Alves / ItapebiAcontec